Reforma tributária da oposição pretende taxar grandes fortunas

Ricos pagando mais impostos. Assim a oposição faz contraponto à política ultraliberal de Paulo Guedes e a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 5/2019 que tramita atualmente na casa legislativa federal

Mais impostos aos bens de luxo, grandes fortunas e heranças. Essa é a proposta dos partidos que compões a oposição. Projeto foi apresentado, na Câmara dos Deputados, com o nome de “reforma tributária justa, solidária e sustentável”.

Colocada como contraponto à PEC 5/2019, texto é assinado pelas siglas PT, PDT, PSB, Psol, PCdoB e Rede foi redigido pelo corpo técnico das bancadas do grupo. Um dos destaques é a cobrança de mais impostos das classes mais altas e menos das camadas populares.

Para a presidente do sindicato, Marilene Martins Moreira, “essa reforma tributária da oposição contribuiria para a redução da concentração de renda, um dos grandes problemas do Brasil”. Hoje o atual sistema ajuda no aumento da concentração no segmento do 1% mais rico da população.

Como comparativo, a oposição cita a média de tributos sobre patrimônio e renda nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), que é de 39,6%, enquanto, no Brasil, o índice é de 22,7%.

IR

No novo texto, também há uma proposta de nova tabela de Imposto de Renda (IR) e, caso aprovado, será formulado através de uma legislação própria e com ampliação da cobrança para lucros e dividendos de pessoas jurídicas, com exceção de microempresas.

Para a dirigente, “fica claro que os políticos do campo progressista que propõe alternativas que beneficiam o trabalhador, o cidadão comum, fazem uma atuação parlamentar mais responsável quando o assunto redução da desigualdade no Brasil”.

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Fonte: Sintrial Dois Vizinhos