9 fatos perigosos sobre o Orçamento da União de 2022 que você precisa saber

9 fatos perigosos sobre o Orçamento da União de 2022 que você precisa saber

Em julho, o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para 2022, do governo de Jair Bolsonaro, foi aprovado.

É ele que determina as metas e prioridades para os gastos do Governo Federal no ano que vem. Ou seja, a proposta de Orçamento da União de 2022.

Porém, o PLDO está cheio de absurdos, que afetarão diversas áreas essenciais para o Brasil e para os brasileiros no próximo ano. Confira:

  1. A proposta não prioriza áreas sociais;

  1. A proposta não prioriza investimentos para melhorar os orçamentos do Ministério da Educação (MEC) e das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES);

  1. A proposta protege e valoriza os gastos do Ministério da Defesa, mas não faz o mesmo com os investimentos em educação, saúde, combate à pobreza e à crise social. Com isso, eles poderão ser bloqueados logo depois que o Orçamento de 2022 for aprovado;

  1. A proposta dificulta a participação da sociedade civil e a transparência pública, justamente quando o país passa por tantos casos de desvios de verbas públicas, corrupção e outros crimes;

  1. A proposta não apresenta medidas para enfrentar a pandemia de Covid-19 com rigor e eficácia;

  1. A proposta não pretende combater os prejuízos sanitários, econômicos e sociais da pandemia;

  1. A proposta autoriza o bloqueio de gastos obrigatórios que são essenciais para que os serviços públicos funcionem;

  1. A proposta traz graves prejuízos ao planejamento e à execução das políticas públicas;

  1. A proposta dificulta o exercício da autonomia universitária – ou seja, a liberdade das universidades públicas e federais nas áreas didático-científica, administrativa, e financeira e patrimonial (algo que todo e qualquer governo é proibido de fazer).

Como você viu, o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para 2022 privilegia a Defesa, enquanto coloca a Educação, a Saúde e outras áreas essenciais para a população em segundo plano.

Se isso não for corrigido, o ano de 2022 será ainda mais difícil para o Brasil e para os brasileiros.

 

Fonte: Sintrial dois vizinhos